Antes de perfurar, medimos a resistividade elétrica do subsolo ao longo de uma linha no terreno. A seção mostra onde a rocha está mais alterada ou fraturada, que é onde a água costuma circular.
| Método | Caminhamento elétrico 2D (eletrorresistividade), arranjo polo-polo |
|---|---|
| Equipamento | Eletrorresistivímetro X6xtal (Auto Energia) |
| Processamento | Inversão 2D com controle de erro e índice de profundidade de investigação |
| Entrega | Relatório com seção interpretada, mapas e locação recomendada |
| Responsável técnico | Ygor Sthefan de Sousa · Geólogo · CREA/RR 091754129-4 |
EXEMPLO REAL · PACARAIMA/RR · SET/2026
1 – O que a seção mostra
Indicam rocha alterada ou fraturada com água. São o alvo da perfuração.
Indicam rocha sã ou solo seco. Perfurar ali costuma dar pouca água.
A área hachurada fica fora do alcance da medição. Não interpretamos abaixo dela.
2 – Mapas que acompanham o estudo




3 – Como ler o resultado
A geofísica escolhe o ponto com maior chance de sucesso. A existência, a profundidade e a vazão da água só se confirmam na perfuração e no teste de vazão. Por isso o relatório diz o alvo, a profundidade projetada e até onde o dado alcança.
A geofísica é um método indireto. Uma anomalia favorável indica um alvo com maior probabilidade de sucesso. Ela não comprova, por si só, a existência, a profundidade ou a produtividade de água subterrânea.
4 – Perguntas frequentes
A medição de uma linha costuma caber em um dia de campo. O relatório sai depois do processamento e da interpretação.
Depende do espaço livre para estender a linha e do tipo de aquífero. Avaliamos na visita técnica e dizemos se o estudo agrega antes de orçar.
Os mapas e a caracterização geológica e hidrogeológica entram no relatório do poço usado no processo de outorga.